Assuntos de Goiás TV

domingo, 20 de agosto de 2017

PSDB ignora que Plano Real foi feito no governo Itamar Franco


Programa tucano expõe falta de rumo e divisão partidária.
Com erros factuais, propaganda do PSDB é incoerente e oportunista.

Cientista social comenta a repercussão política com a divisão interna do PSDB


O apresentador Heródoto Barbeiro conversou com o cientista social Edson Nunes, pesquisador do Núcleo de Pesquisa de Políticas Públicas da USP.

Alvo preferido da mídia, qualquer boato sobre Lula rende cliques, views e eleva audiência da TV – Politica

O favoritismo nas pesquisas de intenção de voto não é obra do acaso ou fruto da imaginação de seus defensores como querem alguns. Lula é mesmo um fenômeno e não só quando o assunto é eleitoral, qualquer tema que envolva o ex-presidente é motivo para atrair a curiosidade de seus apoiadores e mais ainda de seus perseguidores.
 



O episódio da "ovação" de João Doria em Salvador retrata bem o que Lula significa quando o assunto é chamar a atenção. O Prefeito de São Paulo recebeu uma chuva de ovos em sua passagem pela capital baiana, o ato em si já seria motivo para atrair os holofotes e virar tema de debates em qualquer roda política ou atrair views no Youtube, mas o político que nega ser político queria ainda mais atenção e tratou logo de colocar Lula na roda, dizendo que era tudo obra dele, que o petista intolerante tramou tudo e que o seu sucesso estava incomodado os esquerdopatas, Doria chegou a sugerir que os agressores se mudassem para Cuba ou a Venezuela. 

O destempero patético de João Doria associado ao nome de Lula renderam muito em todas as mídias e levou até emissoras de rádio e televisão a desperdiçar seu precioso tempo com o acontecido em Salvador. Se Doria ganhou visibilidade, Lula não ficou para trás, e também não deixa de ter mídia gratuita ao ver seu nome associado a qualquer coisa ligada a política brasileira. 

As pesquisas refletem essas lembranças, pois seja bem ou mau, todos estão sempre se falando de Lula.

Nos últimos três anos e meio o ex-presidente Lula tem sido comentado sistematicamente pela mídia quando o assunto é algo que envolva corrupção, investigações ou delações de quem quer que seja. 

Basta alguém que esteja preso resolver negociar uma delação premiada para a Internet bombar com o mesmo tema, "agora acabou para Lula".

Contra ele os Procuradores e a PF não conseguiram levantar uma prova consistente, mesmo assim o Juiz Sérgio Moro resolveu seguir a linha dos perseguidores na web e condenou o petista apenas porque tem a convicção que ele tem culpa no cartório. 

Seja pelo Triplex que não esta em seu nome ou pedalinhos no sítio de Atibaia que tem o nome dos netos e estão ao lado de barquinho de lata... Quase todo mundo tem absoluta certeza que o "molusco" é mesmo culpado de tudo de ruim que aconteceu no Brasil nos últimos 14 anos. 

Se não bastasse isso, lula anda movimentando a Internet por conta de qualquer tema que seja possível envolver seu nome ou da família, seja por uma imagem de uma Ferrari cor de ouro atribuída a um de seus filhos, seja por uma fazenda sabe se lá onde com tanto gado que daria para povoar o continente americano inteiro, ou em matérias jornalísticas apresentadas em horário nobre nas mais variadas redes de televisão. 

Certo é que tudo o que envolve Lula é sucesso garantido, gera Views, produz cliques e até sustenta a audiência de uma mega emissora de TV, como a Rede Globo.

Tudo bem para eles que nem tudo o que circula por ai seja verdade, na TV que precisa preservar sua credibilidade, depois de uma notícia duvidosa pede se desculpas e diz que lamenta pelo erro.

http://www.youtube.com/watch?v=ML8tuMGt2jI

sábado, 19 de agosto de 2017

Sem levar em conta o Brasil, Câmara deve criar fundo bilionário para bancar a farra eleitoral – Assuntos de Goiás | Questão Brasil



Um tapa na cara do cidadão brasileiro esta sendo discutido no Congresso Nacional pelos legisladores que fingem que estão ouvindo as ruas, quando na verdade preparam outro golpe visando manter regalias e privilégios de quem tem mandato vigente. 

Líderes da base aliada do governo no Congresso pressionam para que o fundo público de R$ 3,6 bilhões para bancar campanhas eleitorais seja abastecido com recursos já existentes no Orçamento, como emendas parlamentares e verbas controladas pelos partidos. 

Na prática isso significa tirar recursos dos municípios e estados de áreas como Saúde, Educação, Segurança Pública e infraestrutura para bancar a farra eleitoral, um verdadeiro escárnio promovido por todos os partidos do Brasil. 

Se prevalecer a forma como a comissão da Câmara aprovou a criação do Fundo Especial de Financiamento da Democracia (FDD), o governo vai ter de lidar com uma nova despesa no ano que vem, em meio aos problemas de receita e discussão da revisão da meta fiscal. 

Para variar a proposta de utilizar as emendas como fonte de financiamento do fundo é capitaneada pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), e pelo presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE). A criação do fundo visa substituir os financiamentos privados de campanha, propinas e caixa 2, uma forma descarada de um ar de legalidade ao abuso do poder econômico de uns poucos e impedir de alguma forma que haja renovação na política brasileira.


sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Traíra ao estilo Temer? João Doria revela sua verdadeira face a Alkimin. Eles já nem se falam – Eu Digo Sempre



Segundo a revista Veja, João doria já não esconde mais de ninguém que quer ser candidato a Presidente em 2018. Seu padrinho político, contra quem Doria dizia jamais competir pela indicação do partido, Geraldo Alkimin não pareceu surpreso com as notícias veiculadas nos principais veículos de imprensa de São Paulo.




"Oito meses separam os tempos de amor fraternal do momento mais tenso da relação entre criador e criatura. Galopando na corrida para a candidatura à Presidência da República em 2018 — Doria, nas coxias; Alckmin, abertamente —, eles hoje só conversam protocolarmente. Em reunião ocorrida há algumas semanas no Palácio dos Bandeirantes, com a presença de secretários e assessores, o prefeito pediu sutilmente ao governador uma conversa reservada. A resposta de Alckmin, menos sutil, foi que poderiam falar ali mesmo."
Fonte: Eles já nem se falam | VEJA.com

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

A mediocridade é a característica da elite política


A mediocridade é a característica da elite política | Marco Antonio Villa

O que difere Alckmin de Doria?



A experiência talvez. João Doria chegou agora, mas já percebeu que a descrença que toma conta do país pode favorecer o seu projeto imediatamente. 

Para ele ser candidato terá que trair, e trair muito aqueles que foram entusiastas de sua campanha em São Paulo.

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