quarta-feira, 12 de junho de 2019

Deputado do Paraná desmonta farsa montada por Moro e Dallagnol na Lava Jato


O deputado estadual Professor Lemos (PT-PR), durante sua fala na tribuna da Assembleia Legislativa do Paraná, desmontou toda a farsa montada por Sérgio Moro e Deltan Dallagnol para incriminar o presidente Lula.

segunda-feira, 10 de junho de 2019

Latuff: foi desmascarada a conspiração contra Lula e o Brasil


O cartunista Carlos Latuff fala sobre a farsa de Sergio Moro e Deltan Dallagnol contra Lula, que também golpeou a democracia no Brasil

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Jair Bolsonaro reinventou a política ou não está sabendo fazer política?



William Waack recebe um filósofo, um especialista em administração pública e um cientista político para abrir a nova temporada do PainelWW. O foco dessa edição são as tentativas de amenizar os desencontros entre os três poderes, num sistema político descrito como falido. 

Convidados:

    • EDUARDO GRIN
É Doutor em Administração Pública e Governo e professor da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo. Coordena o curso de pós-graduação "Projetos Sociais e Políticas Públicas" no Senac de São Paulo. 

    • LUIZ FELIPE PONDÉ
Filósofo e escritor, é formado pela USP com pós doutorado na Universidade de Tel Aviv, em Israel. Tem inúmeros livros publicados e é colunista da Folha de São Paulo.

    • FERNANDO SCHÜLER
Professor do Insper, onde também é curador do Projeto “Fronteiras do Pensamento”. Tem doutorado em Filosofia e Mestrado em Ciências Políticas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com Pós-Doutorado pela Columbia University, em NY. Assim como Pondé, também escreve para a Folha.

Especialmente nesta edição de abertura da nova temporada, o PainelWW será gravado no estúdio da redação do jornal O Estado de S. Paulo, no qual William Waack publica uma coluna semanal sempre às quintas-feiras. A última coluna, publicada em 30 de maio, abre a discussão para o programa desta semana. 

quarta-feira, 27 de março de 2019

A MAMADEIRA QUE MUDOU O BRASIL


Na eleição de 2018, um dos candidatos foi acusado de distribuir uma mamadeira muito suspeita em creches. A denúncia era falsa, mas seus efeitos foram verdadeiros e dramáticos. Essa é a chance para entendermos as interações entre ficção e realidade.

sexta-feira, 8 de março de 2019

terça-feira, 5 de março de 2019

Carnaval HUMILHOU presidente Jair Bolsonaro




  1. Presidente Jair Bolsonaro é denunciado por Improbidade administrativa e Peculato!
  2. Queiroz confessa repasses e desvios do dinheiro do seu salário!
  3. Ei Bolsonaro Vai Tomar no

    C...
  4. Carnaval humilhou presidente Jair Messias Bolsonaro

sábado, 23 de fevereiro de 2019

Banco de talentos é indicação política, só colocaram outro nome, diz Davi Alcolumbre

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), ironizou nesta sexta-feira (22) o banco de talentos que o presidente Jair Bolsonaro pretende criar para preencher cargos do segundo escalão.
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"É [indicação política], só colocaram outro nome: banco de talentos. Os outros não tinham talento? As pessoas também tinham talento antes", afirmou Davi.

O Palácio do Planalto pretende criar um painel para que políticos cadastrem dados e currículos de pessoas a serem indicadas para cargos de segundo escalão e nos estados. O governo tem sido cobrado pelas indicações políticas e criticado pela falta de articulação política.

"Acho que tem que fazer esse banco de talentos. É um nome bacana, né? Parlamentar na base quer prestigiar aliados", afirmou, salientando que "prestigiar parlamentar no Estado não é troca-troca".

"Todos os partidos têm talentos para indicar e o banco de talentos que o governo está apresentando é a possibilidade de o parlamentar se ver prestigiado especialmente em sua base eleitoral especialmente em relação às respostas que a sociedade quer."

As declarações foram dadas em um café da manhã com jornalistas na residência oficial da presidência do Senado na manhã desta sexta-feira.

Davi Alcolumbre comentou também sua relação com o senador Renan Calheiros (MDB-AL), quem derrotou na eleição para presidente do Senado.

"Os senadores se conscientizaram com os votos que a população deu na eleição no ano passado e ficaram firmes no propósito de mudança. A imagem do senador Renan não é uma imagem boa perante a opinião pública. Os senador que se elegeu 'vamos mudar, vamos mudar, vamos mudar', o Renan não é mudança. Se a Simone [Tebet] (MDB-MS) fosse candidata a presidente, as minhas chances seriam remotas", afirmou Davi.

O senador disse acreditar que não foi eleito na tumultuada disputa do início de fevereiro por ser ele, mas por não ser Renan Calheiros. Nesta semana, quando Renan retornou a Brasília, os dois tiveram um primeiro contato.

O encontro acidental se deu na liderança do MDB. Segundo Davi, ele cumprimentou Renan como "presidente" e ouviu como resposta "parabéns".

O presidente do Senado ainda que servidores da Casa ligados a Renan e a outros caciques do MDB, como o secretário-geral da Mesa, Luiz Fernando Bandeira, estão em "estágio probatório".

Bandeira chegou a ser afastado do cargo durante a eleição, mas acabou sendo readmitido logo depois. Na prática, porém, Davi tem relativizado a importância de Bandeira, já que tem ouvido quatro consultores para tomar decisão.

"Bandeira é um grande quadro do Senado. É muito bom. Mas tem outros bons também", afirmou.

Até o momento, a principal troca promovida por Davi Alcolumbre foi no comando da Polícia Legislativa.

Pedro Ricardo Araújo Carvalho, homem de confiança do senador Renan e também próximo ao ex-presidente José Sarney (MDB-AP), foi dispensado na semana passada do cargo de diretor da Secretaria de Polícia do Senado Federal. No lugar dele entrou Alessandro Morales Martins, que já atuava na Polícia Legislativa.

Segundo o presidente, a troca se deu por causa das investigações sobre a fraude ocorrida na eleição para o comando do Senado, quando surgiram 82 votos para 81 senadores.

Na conversa com os jornalistas, Davi disse ainda que o comando do Conselho de Ética ficará com um senador do DEM. Ele cogita três nomes.

Em meio a inexistência de articulação política e ainda pressionado por aliados, Bolsonaro decidiu mergulhar na tradicional liberação de emendas parlamentares para atender a indicações políticas e cargos do segundo e terceiro escalões; os presidentes das Casas legislativas levaram o recado ao presidente: há uma ansiedade de parlamentares em "participar" do governo; eles reiteraram que o DEM está disposto a liderar a articulação pela aprovação da reforma da Previdência

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Ódio mais forte que a razão: Gustavo Bebianno pode ser o Pedro Collor de Bolsonaro. Será?

Há diferenças continentais entre um caso e outro separados por um hiato de 27 anos. Joaquim de Carvalho é o autor do texto que segue abaixo e o leitor pode fazer um comparativo entre as duas situações.
É sempre bom lembrar que o solavanco provocado por Carlos Bolsonaro tem um quê de proposital, parece que a real intenção era tirar o foco de outro assunto que nem de longe passa pelo laranjal do PSL.

Texto de Joaquim de Carvalho:

O episódio que levou à fritura e a anunciada demissão de Gustavo Bebianno faz lembrar a briga que levou ao impeachment de Fernando Collor de Mello, em 1992.
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Fernando Collor tinha um irmão, Pedro, que fez as primeiras denúncias que levaram à abertura de uma CPI para investigar as traficâncias de Paulo César Farias, tesoureiro e amigo do então presidente.
Pedro sabia muito, e o que o levou a detonar um irmão nunca ficou claro. Há algumas hipóteses:
Um jornal que PC Farias montou em Alagoas para concorrer com o veículo da família Collor.
O ciúme de Pedro Collor, incomodado com as insinuações de que sua mulher, Tereza, teria sido seduzida pelo irmão.
A tentativa frustrada de tentar concorrer com PC Farias nas traficâncias do poder.
Pedro, ao contrário de Gustavo Bebianno, não ocupava ministério, mas foi colocado para bem longe do governo quando tentou ser a eminência parda, concorrendo com o tesoureiro de Collor.
Nesse ponto, remete a Carlos Bolsonaro, que não tem funções no governo, mas quer estar sempre presente.
Alijado do centro do poder, Pedro Collor começou a dizer que detonaria o concorrente, PC Farias, e em off vazava os podres do tesoureiro do irmão.
A revista Veja, onde eu trabalhava na época, colocou um repórter para ficar na cola de Pedro, para convencê-lo a falar.
E um dia ele falou, e falou muito, e apareceu na capa da revista — “Pedro Collor conta tudo” —, em que dava detalhes da sociedade informal entre Fernando Collor e PC Farias.
Nesse ponto, remete a Gustavo Bebianno, que não é irmão de Bolsonaro, mas foi durante muito tempo um amigo próximo, talvez mais próximo do que um irmão.
Na época, o ódio de Pedro Collor era muito mais forte que a razão, e não houve quem conseguisse impedi-lo de falar.
E não faltaram tentativas.
O empresário João Carlos Di Genio, dono do Objetivo, muito rico, abrigou Pedro Collor em uma suíte de sua propriedade no Maksoud Plaza, o melhor hotel de São Paulo na época, e muita gente foi conversar com ele, todos alertando para o estrago que a entrevista provocaria.
Fernando Henrique Cardoso, na época senador, telefonou para a revista tentando evitar a publicação da entrevista.
Entre outras coisas, disse que as instituições brasileiras não estavam preparadas para a revelação de que o país tinha um presidente corrupto.
“Os militares podem voltar”, chegou a dizer.
O ministro Jorge Bornhausen, um dos principais auxiliares de Collor, foi até a editora Abril para saber o que seria publicado.
Travou-se o seguinte diálogo, que o jornalista Mário Sérgio Conti reproduz em seu “Notícias do Planalto”.
Bornhausen quis saber se havia fatos graves relatados por Pedro Collor.
— De que tipo, ministro? — perguntou Mário.
— Por exemplo, tem corrupção?
— Tem.
— Tem drogas? — prosseguiu Bornhausen.
— Tem.
— Tem sedução?
— Tem.
— Tem rabo?
— Como ministro?
— É, tem rabo, homossexualismo?
— Não, não tem.
Num raro momento em que pareceu se arrepender, Pedro assinou procuração para um advogado que tentou uma medida cautelar para impedir a publicação dessa entrevista bombástica.
Já era tarde.
A edição saiu e aquela foi uma das mais vendidas da história da revista. Alguns dias depois, Pedro Collor oscilou entre as iniciativas de ataque ao irmão e o recuo.
Parecia querer emparedar Fernando Collor, mas não derrubá-lo. Era contraditório.
Mas, uma vez que acendeu o pavio, não conseguiu impedir que o barril de pólvora explodisse, e a explosão veio através da reportagem da revista IstoÉ que apresentou cópias de documentos bancários que ligavam Collor a PC.
Vinte e sete anos depois, Bebianno está sendo afastado por motivos que ainda não ficaram muito claros.
De uma coisa, pode-se ter certeza: não tem nada a ver com o esquema de laranjas do PSL.
Se fosse esse o motivo, outro ministro, o do Turismo, teria sido fritado há mais tempo, já que os indícios de envolvimento de Marcelo Álvaro Antônio com o desvio de dinheiro público do Fundo Partidário são muito mais fortes, e anteriores.
Caso decida ser o Pedro Collor da vez, Bebianno não terá dificuldade de conseguir veículos que lhe dêem espaço.
Sua proximidade com a TV Globo é notória, e esse teria sido um motivo (nesse caso, plausível) para o distanciamento de Bolsonaro.
Bebianno marcou uma reunião com o vice-presidente de Relações Institucionais do Grupo Globo, Paulo Tonet Camargo, no Palácio do Planalto.
“Como você coloca nossos inimigos dentro de casa?”, disse Bolsonaro, em mensagem transmitida por áudio ao ministro.
Tonet Camargo ocupa um cargo com nome pomposo, mas o que ele faz é lobby, na cúpula dos três poderes.
Um antecessor dele, Evandro Guimarães, era chamado de senador, por interferir nas votações do Congresso, acelerando projetos e vetando nomeações, como a de um deputado evangélico que seria presidente da Comissão de Comunicações, ainda durante o governo de Fernando Henrique Cardoso.
Com receio do crescimento da Record, a Globo não queria evangélico nessa comissão que decidia (e decide) sobre concessões e renovações de concessões na área de rádio e TV.
Como Globo se tornou inimiga e a Record, mais que a amiga, o áudio de agora é o tipo de mensagem que Bolsonaro não gostaria que se tornasse pública.
Mas se tornou, através de publicação de uma nota na coluna Radar, da Veja.
E está mais do que na cara de que quem vazou foi Bebianno, já que não faz nenhum sentido que a iniciativa fosse de Bolsonaro.
Pelo visto, foi só um aperitivo.
E mostra que, a essa altura, o já quase ex-ministro da Secretaria Geral da Presidência não está se importando muito para permanecer no cargo.
Se tivesse, não teria vazado o áudio.
Parece o início de uma guerra.
Haverá forças de lado a lado tentando conter ou soltar Bebianno.
Quem conhece os bastidores de Brasília poderia apostar que o ex-amigo de Bolsonaro não ficará quieto.
Na sua campanha eleitoral, Bolsonaro usou e abusou de um versículo bíblico — “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”.
Se ele conhecesse mais a fundo a Bíblia, saberia que há um provérbio que desaconselha briga com amigos ou irmãos muito próximos.
“O irmão ofendido é mais difícil de conquistar do que uma cidade forte; e as contendas são como os ferrolhos de um palácio”, diz o provérbio.
Foi assim com Pedro.
Poderá ser assim com Gustavo.

Ódio mais forte que a razão: Gustavo Bebianno pode ser o Pedro Collor de Bolsonaro. Será?

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Exames de Bolsonaro apontam pneumonia, diz boletim médico

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O presidente Jair Bolsonaro (PSL) apresentou um episódio de febre na noite de quarta-feira (6) e exames de tomografia apontaram imagem compatível com quadro de pneumonia, segundo o boletim médico divulgado nesta quinta-feira (7) pelo hospital Israelita Albert Einstein, onde o presidente está internado há 12 dias.




Segundo os médicos, mesmo com febre, Bolsonaro não apresentou outros sintomas associados e outros exames indicam boa evolução do quadro intestinal.
Bolsonaro, ainda de acordo com a equipe médica, segue em tratamento com antibióticos, com a sonda nasogástrica, com dreno no abdome, sem dores e recebendo líquidos por via oral. Ele também realizou exercícios respiratórios e caminhou no corredor do hospital, e segue sem receber visitas.
Segundo o botim médico de quarta, não há previsão de liberação de Bolsonaro do hospital, mas a alta é esperada para o início da próxima semana.
Exames de Bolsonaro apontam pneumonia, diz boletim médico

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